Eu sou indescritível. Não se pode ler a minha mente. Sou indefinida.
Eu estou apenas começando, com a caneta em minha mão, tentando terminar o implanejado.
Parada de frente para a minha página em branco
Eu abro a janela e deixo o sol iluminar as palavras que não consigo encontrar...
Eu procuro por alguma coisa à distância
E está tão próxima que eu quase posso senti-la
Vou deixar de lado minhas inibições e sentir a chuva sobre mim
Ninguém mais pode senti-la por mim
Apenas eu posso fazer com que as coisas aconteçam
Mais ninguém, mais ninguém
Pode pronunciar as palavras em minha boca
Vou mergulhar nas palavras que eu não disse
E viver minha vida de braços abertos
Hoje é o dia em que meu livro tem início
E o resto...
Ainda não foi escrito!
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Um comentário:
Adorei este texto! me identifiquei muito com ele! Parabéns! qualquer dia, vou publicar no meu blog. Isto é, se você autorizar! hehehehe! Beijos!!
Postar um comentário